Inseto

Pulgões do trigo

Rhopalosiphum padi, Sitobion avenae, Metopolophium dirhodum. Ocorre em trigo, cevada e aveia.

Colônia do pulgão-da-aveia (Rhopalosiphum padi) numa folha
Foto: Jesse Rorabaugh, CC0

Como identificar

Colônias de pulgões nas folhas, colmos e espigas; transmitem o vírus do nanismo amarelo (BYDV); melada e fumagina.

Onde aparece
folhas; vagem, espiga, cacho, fruto ou grão
Sinais no campo
insetos pequenos sugando (percevejo, cigarrinha, pulgão, mosca-branca, tripes); amarelecimento, mosaico ou enfezamento

Monitoramento

Contagem de pulgões por afilho/planta semanal, desde a emergência (vetor) e no espigamento.

Nível de controle

Referência: 10% de plantas com pulgões na fase inicial (vetor) e 10 pulgões por espiga no enchimento.

Manejo

Cultural

  • Cultivares tolerantes ao BYDV; eliminar plantas voluntárias e gramíneas hospedeiras.

Biológico

  • Parasitoides (Aphidius) e predadores (joaninhas) fazem controle relevante no sul; evitar produtos de amplo espectro sem necessidade.

Químico

  • Tratamento de sementes com neonicotinoides; pulverizações com neonicotinoides, sulfoxaflor ou pirimicarbe conforme registro.

Dicas de campo

  • No início da lavoura o problema é o vírus, não a sucção: o limiar é menor.
  • Joaninhas e múmias de pulgão indicam controle biológico ativo: não interrompa com piretroide.
Referência, não receita
Níveis de controle são referências usuais (Embrapa e assistência técnica regional) e variam com cultura, estádio, cultivar e região. Grupos químicos são citados apenas como exemplo de modo de ação; consulte o registro no Agrofit e alterne modos de ação para evitar resistência. A decisão de aplicar e o produto cabem ao engenheiro agrônomo, com receituário e produto registrado no MAPA para a cultura. Consultar o Agrofit.

Calculadoras e guias: preparo de calda, Delta T, melhor horário para pulverizar, caderno de campo e estoque de insumos. No sistema: aplicações, talhões, estoque e planos de trabalho.

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