Inseto

Corós (bicho-bolo)

Phyllophaga cuyabana, Diloboderus abderus e outros. Ocorre em soja, milho, trigo, pastagem e cana-de-açúcar.

Larva de coró (Phyllophaga) no solo
Foto: filvad, CC BY 4.0

Como identificar

Larvas brancas em forma de C no solo, que comem raízes; plantas amareladas, murchas e com pouco enraizamento em reboleiras.

Onde aparece
raízes e base da planta; planta inteira ou reboleira
Sinais no campo
besouros, gorgulhos ou larvas no solo; falhas no estande ou plantas cortadas na base; murcha, seca ou morte de plantas

Monitoramento

Trincheiras de 25 x 25 cm por 20 a 30 cm de profundidade, antes da semeadura; contar larvas por trincheira.

Nível de controle

Referência: 5 larvas por m² na soja e 10 por m² em cereais de inverno (varia com a espécie).

Manejo

Cultural

  • Rotação com culturas menos atacadas, preparo de solo em plantio convencional, época de semeadura fora do pico das larvas.

Biológico

  • Metarhizium, Beauveria e nematoides entomopatogênicos no sulco; aves e predadores após gradagem.

Químico

  • Tratamento de sementes com neonicotinoides ou fipronil; inseticidas no sulco conforme registro.

Dicas de campo

  • Trincheira antes do plantio evita surpresa: coró não se vê da beira do talhão.
  • Cada espécie tem ciclo diferente; identificar ajuda a escolher a época de semeadura.
Referência, não receita
Níveis de controle são referências usuais (Embrapa e assistência técnica regional) e variam com cultura, estádio, cultivar e região. Grupos químicos são citados apenas como exemplo de modo de ação; consulte o registro no Agrofit e alterne modos de ação para evitar resistência. A decisão de aplicar e o produto cabem ao engenheiro agrônomo, com receituário e produto registrado no MAPA para a cultura. Consultar o Agrofit.

Calculadoras e guias: preparo de calda, Delta T, melhor horário para pulverizar, caderno de campo e estoque de insumos. No sistema: aplicações, talhões, estoque e planos de trabalho.

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