Doença

Giberela

Fusarium graminearum. Ocorre em trigo, cevada, aveia e milho.

Ponta de espiga de milho com o mofo rosado da giberela (Gibberella zeae, fase sexuada do Fusarium graminearum)
Foto: Scot Nelson, CC0

Como identificar

Espiguetas descoloridas (branqueadas) com massa rosada de esporos em tempo úmido; grãos chochos, enrugados e com micotoxinas (DON).

Onde aparece
vagem, espiga, cacho, fruto ou grão
Sinais no campo
mofo, podridão ou apodrecimento; grãos, vagens, espigas, botões ou frutos danificados

Monitoramento

Previsão de chuva e umidade alta no florescimento; vistoria de espigas 7 a 10 dias após a antese.

Nível de controle

Preventivo: aplicação no início do florescimento (antese) quando há previsão de chuva.

Manejo

Cultural

  • Cultivares menos suscetíveis, rotação com culturas não hospedeiras (soja), manejo de restos de milho.
  • Escalonar semeadura para diluir o risco no florescimento.

Biológico

  • Complementos registrados.

Químico

  • Triazóis (tebuconazol, protioconazol, metconazol) na antese; pontas de leque duplo dirigidas à espiga.

Dicas de campo

  • A janela é de poucos dias na antese: com chuva prevista, aplicar antes, não depois.
  • Grão com giberela tem micotoxina: separar lotes e ajustar a colhedora para descartar grãos leves.
Referência, não receita
Níveis de controle são referências usuais (Embrapa e assistência técnica regional) e variam com cultura, estádio, cultivar e região. Grupos químicos são citados apenas como exemplo de modo de ação; consulte o registro no Agrofit e alterne modos de ação para evitar resistência. A decisão de aplicar e o produto cabem ao engenheiro agrônomo, com receituário e produto registrado no MAPA para a cultura. Consultar o Agrofit.

Calculadoras e guias: preparo de calda, Delta T, melhor horário para pulverizar, caderno de campo e estoque de insumos. No sistema: aplicações, talhões, estoque e planos de trabalho.

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