Doença

Ferrugem-polissora do milho

Puccinia polysora. Ocorre em milho.

Folha de milho com as pústulas alaranjadas da ferrugem-polissora (Puccinia polysora)
Foto: Alex, CC0

Como identificar

Pústulas pequenas, circulares, alaranjadas, na face superior das folhas; favorecida por calor (27 °C) e umidade; frequente na safrinha em regiões quentes.

Onde aparece
folhas
Sinais no campo
pústulas, pó ou esporos (ferrugem, oídio)

Monitoramento

Vistoria semanal a partir de V8; atenção em híbridos suscetíveis.

Nível de controle

Aplicação aos primeiros sinais em híbridos suscetíveis, antes do pendoamento.

Manejo

Cultural

  • Híbridos resistentes e semeadura no início da janela.

Biológico

  • Complementos biológicos registrados.

Químico

  • Triazóis e estrobilurinas com multissítio; carboxamidas em programa.

Dicas de campo

  • Polissora avança rápido em calor: entre a vistoria e a aplicação, não deixe passar a semana.
  • Escolha de híbrido resolve mais do que qualquer programa de fungicida.
Referência, não receita
Níveis de controle são referências usuais (Embrapa e assistência técnica regional) e variam com cultura, estádio, cultivar e região. Grupos químicos são citados apenas como exemplo de modo de ação; consulte o registro no Agrofit e alterne modos de ação para evitar resistência. A decisão de aplicar e o produto cabem ao engenheiro agrônomo, com receituário e produto registrado no MAPA para a cultura. Consultar o Agrofit.

Calculadoras e guias: preparo de calda, Delta T, melhor horário para pulverizar, caderno de campo e estoque de insumos. No sistema: aplicações, talhões, estoque e planos de trabalho.

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