Doença

Antracnose do feijoeiro

Colletotrichum lindemuthianum. Ocorre em feijão.

Como identificar

Lesões escuras e deprimidas nas vagens, nervuras escurecidas na face inferior das folhas, cancros no caule; transmitida pela semente e favorecida por tempo fresco e úmido.

Onde aparece
folhas; vagem, espiga, cacho, fruto ou grão; caule, colmo ou haste
Sinais no campo
manchas ou lesões

Monitoramento

Vistoria em folhas e vagens desde o vegetativo; origem da semente.

Nível de controle

Preventivo em regiões frescas e úmidas com cultivar suscetível; primeiros sintomas exigem aplicação.

Manejo

Cultural

  • Sementes certificadas e tratadas, cultivares resistentes, rotação de 2 anos, não trabalhar na lavoura molhada.

Biológico

  • Trichoderma no tratamento de sementes.

Químico

  • Estrobilurinas, triazóis, mancozebe conforme registro.

Dicas de campo

  • Semente de paiol com antracnose leva a doença para a lavoura toda.
  • Andar na lavoura molhada espalha os esporos: vistorie depois que a folha secar.
Referência, não receita
Níveis de controle são referências usuais (Embrapa e assistência técnica regional) e variam com cultura, estádio, cultivar e região. Grupos químicos são citados apenas como exemplo de modo de ação; consulte o registro no Agrofit e alterne modos de ação para evitar resistência. A decisão de aplicar e o produto cabem ao engenheiro agrônomo, com receituário e produto registrado no MAPA para a cultura. Consultar o Agrofit.

Calculadoras e guias: preparo de calda, Delta T, melhor horário para pulverizar, caderno de campo e estoque de insumos. No sistema: aplicações, talhões, estoque e planos de trabalho.

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