Doença

Oídio da soja

Erysiphe diffusa. Ocorre em soja e feijão.

Folha com as manchas de pó branco do oídio (Erysiphe diffusa)
Foto: Senna Bryce Robeson, CC BY 4.0

Como identificar

Pó branco cobrindo folhas, hastes e vagens, que pode tomar a planta inteira; favorece-se com tempo seco e temperaturas amenas (18 a 24 °C).

Onde aparece
folhas
Sinais no campo
pústulas, pó ou esporos (ferrugem, oídio)

Monitoramento

Vistoria do dossel em períodos de estiagem; anotar percentual de área foliar coberta.

Nível de controle

Referência: 30 a 40% da área foliar coberta antes do enchimento de grãos, em cultivares suscetíveis.

Manejo

Cultural

  • Cultivares resistentes resolvem a maior parte dos casos.

Biológico

  • Bacillus spp. e enxofre (multissítio de baixo impacto) em baixa severidade.

Químico

  • Triazóis e estrobilurinas; o programa da ferrugem costuma controlar o oídio.

Dicas de campo

  • Oídio gosta de seca: é o oposto da ferrugem, e o clima da semana ajuda a decidir.
  • Chuva forte 'lava' o oídio; às vezes esperar a previsão evita uma aplicação.
Referência, não receita
Níveis de controle são referências usuais (Embrapa e assistência técnica regional) e variam com cultura, estádio, cultivar e região. Grupos químicos são citados apenas como exemplo de modo de ação; consulte o registro no Agrofit e alterne modos de ação para evitar resistência. A decisão de aplicar e o produto cabem ao engenheiro agrônomo, com receituário e produto registrado no MAPA para a cultura. Consultar o Agrofit.

Calculadoras e guias: preparo de calda, Delta T, melhor horário para pulverizar, caderno de campo e estoque de insumos. No sistema: aplicações, talhões, estoque e planos de trabalho.

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