Doença

Ramulária (mancha-de-ramulária)

Ramularia areola (Ramulariopsis). Ocorre em algodão.

Como identificar

Manchas angulares, esbranquiçadas na face inferior das folhas, delimitadas pelas nervuras, evoluindo para necrose e desfolha precoce.

Onde aparece
folhas
Sinais no campo
manchas ou lesões; pústulas, pó ou esporos (ferrugem, oídio)

Monitoramento

Vistoria do baixeiro desde os 40 dias; alta pressão com chuva e orvalho.

Nível de controle

Referência: primeiros sintomas no terço inferior em cultivares suscetíveis; programas de 4 a 6 aplicações em regiões de alta pressão.

Manejo

Cultural

  • Cultivares tolerantes; rotação e destruição de restos; evitar excesso de nitrogênio.

Biológico

  • Complementos biológicos registrados.

Químico

  • Triazóis, estrobilurinas, carboxamidas e multissítios em rotação; há resistência conhecida a estrobilurinas e carboxamidas em algumas regiões.

Dicas de campo

  • Ramulária resistente a um grupo já foi encontrada no Cerrado: rotacionar não é opcional.
  • Desfolha precoce reduz peso de capulho; proteger folhas do terço médio no enchimento.
Referência, não receita
Níveis de controle são referências usuais (Embrapa e assistência técnica regional) e variam com cultura, estádio, cultivar e região. Grupos químicos são citados apenas como exemplo de modo de ação; consulte o registro no Agrofit e alterne modos de ação para evitar resistência. A decisão de aplicar e o produto cabem ao engenheiro agrônomo, com receituário e produto registrado no MAPA para a cultura. Consultar o Agrofit.

Calculadoras e guias: preparo de calda, Delta T, melhor horário para pulverizar, caderno de campo e estoque de insumos. No sistema: aplicações, talhões, estoque e planos de trabalho.

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